Em uma sala de aula o professor diz - hoje vou provar que as loiras não são burras, vocês três loiras vão provar que não são burras
As três loiras
Respodem - Tudo bem professor
Professor Diz - 1 loira fala um Verbo.
Loira 1 Respodende - Bicicreta
Professor Responde - Bicicreta não e verbo.
Professor Diz - 2 loira fala um verbo.
Loira 2 Responde - Prastico
Professor Responde - Prastico nao e verbo.
Professor Diz - 3loira fala um verbo.
Loira 3 Responde - Hospedar
Loira 3 Responde - tudo bem professor minha frase é "Hospedar da bicicreta é de prastico."
Em Breve Com Novidades.
Pessoal, Deem uma olhada ai no meu canal no Youtube, ele é sobre Games, um gameplay Hilarios para vocês.
Juntando games e Humor num só.
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segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Hora de Rir- Loira inteligente!!
poemas: Pode me Chama
Se um dia lhe der uma louca vontade de chorar...
Me chama.
Não lhe prometo fazer sorrir,
Mas posso chorar com você...
Se um dia resolver fugir;
Não se esqueça de me chamar.
Não lhe prometo pedir para ficar,
Mas posso fugir com você.
Se um dia lhe der uma louca vontade
De não falar com ninguém;
Me chama assim mesmo.
Prometo ficar bem quietinho.
Mas...
Se um dia você me chamar e eu não responder...
Vem correndo ao meu encontro...
Talvez eu esteja precisando de você...
Me chama.
Não lhe prometo fazer sorrir,
Mas posso chorar com você...
Se um dia resolver fugir;
Não se esqueça de me chamar.
Não lhe prometo pedir para ficar,
Mas posso fugir com você.
Se um dia lhe der uma louca vontade
De não falar com ninguém;
Me chama assim mesmo.
Prometo ficar bem quietinho.
Mas...
Se um dia você me chamar e eu não responder...
Vem correndo ao meu encontro...
Talvez eu esteja precisando de você...
domingo, 27 de novembro de 2011
poesia : Lobo Solitario.
Esta noite, pela madrugada
Ouvi uma melodia encantada,
Da chorosa guitarra de um trovador.
Foi cantando em sentidas quadras,
Repletas de palavras magoadas
A história de um caso de amor.
Segundo a lenda rezava,
Um pobre lobo solitário
Vivia o mais triste dos fados.
Apaixonou-se pela lua,
Sonhava-a como se fosse sua
E tinha o coração em pedaços.
Correndo à noite pelos montes,
Todos os ribeiros e fontes,
Na esperança de poder tocar-lhe.
Tal era o amor que sentia,
Que mal via raiar o dia
Na sua toca se refugiava.
E quando a noite chegava,
Para a sua amada, ele corria.
Perdido na sua doce loucura,
Cansado de tanto tentar,
Percebeu que à sua bela Lua
Jamais se poderia juntar...
Perdido no seu desespero,
Sentindo apenas a dor,
De não ter seu grande amor,
Ficou-se no monte a chorar...
No uivar rouco trazia os gemidos,
E os versos mais sofridos
De um coração magoado.
Seus lamentos de tão sentidos,
Tão intensamente vividos,
Giraram o mundo inteiro.
E tanto descontentamento,
Tocou bem fundo na alma
De todos os seus companheiros.
Desde então que pelos montes
Não mais teve fim, este legado:
Os lobos seguem uivando à lua,
Como que esconjurando o calvário
De um amor desafortunado...
A história do lobo solitário.
Autor: Paula Correia
Ouvi uma melodia encantada,
Da chorosa guitarra de um trovador.
Foi cantando em sentidas quadras,
Repletas de palavras magoadas
A história de um caso de amor.
Segundo a lenda rezava,
Um pobre lobo solitário
Vivia o mais triste dos fados.
Apaixonou-se pela lua,
Sonhava-a como se fosse sua
E tinha o coração em pedaços.
Correndo à noite pelos montes,
Todos os ribeiros e fontes,
Na esperança de poder tocar-lhe.
Tal era o amor que sentia,
Que mal via raiar o dia
Na sua toca se refugiava.
E quando a noite chegava,
Para a sua amada, ele corria.
Perdido na sua doce loucura,
Cansado de tanto tentar,
Percebeu que à sua bela Lua
Jamais se poderia juntar...
Perdido no seu desespero,
Sentindo apenas a dor,
De não ter seu grande amor,
Ficou-se no monte a chorar...
No uivar rouco trazia os gemidos,
E os versos mais sofridos
De um coração magoado.
Seus lamentos de tão sentidos,
Tão intensamente vividos,
Giraram o mundo inteiro.
E tanto descontentamento,
Tocou bem fundo na alma
De todos os seus companheiros.
Desde então que pelos montes
Não mais teve fim, este legado:
Os lobos seguem uivando à lua,
Como que esconjurando o calvário
De um amor desafortunado...
A história do lobo solitário.
Autor: Paula Correia
sábado, 26 de novembro de 2011
Hora de Rir- Comer pelo lado
O rapaz vai ao médico:
— Doutor, sempre que vou tentar comer algo, não desce, não sei o que faço.
O doutor indica:
— Hum... acho que posso resolver seu problema. A partir de hoje você comerá tudo pelo cu, e daqui três meses, você volta aqui.
— Ok então, doutor.
Três meses se passaram. Chega o caro rapaz, todo sorridente, rebolando na porta do consultório. O doutor vendo aquela cena, fica curioso e pergunta:
— E aí? Resolveu o seu problema?
O rapaz responde:
— Que nada, doutor. Só estou mascando um chicletinho!
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